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Vista da Cidade de São Paulo

Imagem: wikipedia

 

Prefeitura da Cidade de São Paulo (Capital do Estado)

Horto Florestal  (Visita Virtual)

O mais importante dos estados

Com quase quarenta milhões de habitantes, São Paulo é o estado mais populoso do Brasil e a terceira unidade administrativa mais populosa da América do Sul, sendo superada apenas pelo próprio país e ligeiramente pela Argentina e Colômbia, à frente de todos os outros países sul-americanos.

Considerado o "Motor Econômico" do Brasil e o mais importante dos estados, São Paulo é responsável por mais de 33,9% do PIB do país. É o mais rico estado do Brasil, e figura entre os estados com alto Índice de Desenvolvimento Humano, sendo superado apenas por Santa Catarina e pelo Distrito Federal.

Sua população é a mais diversificada do Brasil e descende principalmente de imigrantes italianos e portugueses, embora haja também influência de ameríndios e africanos e de outras grandes correntes migratórias, como árabes, alemães, espanhóis e japoneses. Sua capital é a cidade de São Paulo, cuja população da região metropolitana atualmente é de 19 milhões de habitantes - último censo de 2007

Revolução de 1932

A década de 1930 em São Paulo caracterizou-se, do ponto de vista econômico, pelos esforços de ajustamento às novas condições criadas pela crise mundial de 1929 e pela derrocada do café. Do ponto de vista político, o período foi marcado pela luta em prol da recuperação da hegemonia paulista na federação, atingida pela Aliança Liberal e afinal aniquilada pela revolução de 1930. Esta submeteu o estado à ação dos interventores federais, que, de início, nem paulistas eram.

Surgiram logo as reivindicações a favor de um governo paulista, mas na realidade o que se pretendia era a restauração dos grupos hegemônicos paulistas, cujos interesses, tanto econômicos quanto políticos, estavam sendo prejudicados pela nova situação, embora alguns interventores, como João Alberto Lins de Barros, tenham procurado conciliar a cafeicultura com a nova orientação do governo federal.

Habituadas a conduzir seu próprio destino, as classes dirigentes se insurgiram sob a liderança do Partido Democrático, então presidido pelo professor Francisco Morato, justamente o partido aliado à revolução getulista de 1930. A organização política rompeu, porém, com o governo federal e constituiu, com as classes conservadoras e o velho PRP, a Frente Única Paulista. Esta procurou aliança com outros estados, particularmente com a oposição gaúcha, mas afinal os paulistas rebelaram-se, contando apenas com o apoio de tropas do Sul de Mato Grosso.

Em 9 de julho de 1932, irrompeu a revolução constitucionalista de São Paulo. Governava o estado, como interventor federal, o paulista Pedro de Toledo, logo proclamado governador. Formaram-se batalhões de voluntários, e aderiram ao movimento algumas unidades do Exército, um forte contingente de Mato Grosso e a quase totalidade da força pública estadual. Foram mobilizados inicialmente cinqüenta mil homens, cujo comando coube ao coronel Euclides de Oliveira Figueiredo e depois ao general Bertoldo Klinger, sob a chefia suprema do general Isidoro Dias Lopes.

A indústria participou da revolução com entusiasmo. Sob a direção de Roberto Cochrane Simonsen, todo o parque industrial paulista foi colocado a serviço da rebelião, dedicado à produção bélica. Organizou-se também o abastecimento interno. A luta durou, porém, apenas três meses e terminou com a derrota dos paulistas e a perda de centenas de vidas.

Alguns meses após a capitulação, o governo federal, a fim de pacificar o país, decidiu convocar eleições para a Assembléia Constituinte, respondendo ao objetivo principal dos revolucionários paulistas: a restauração da ordem constitucional. Enquanto isso, São Paulo foi ocupado militarmente de outubro de 1932 a agosto de 1933. Foram exilados o ex-governador Pedro de Toledo, seu secretariado e outros políticos que tomaram parte ativa na revolução.

Fonte:  Wilkipédia   

 

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21/02/2008 12:43    msidnei